Defesa em cassação de mandato, inelegibilidade e contas de campanha, e assessoria a Prefeituras e Câmaras Municipais. Atendimento em Camaçari, no interior da Bahia, no Tocantins e online para todo o Brasil, direto com Thiago Bianchi.
Se você perdeu o mandato, foi declarado inelegível ou teve o registro de candidatura indeferido, o prazo para agir costuma ser curto. Aqui você entende, em linguagem clara, o que a lei prevê e quais são as chances reais do seu caso.
O que a lei prevê e o que pode ser feito, sem jargão desnecessário.
As chances reais do seu caso ditas com transparência, antes de qualquer passo.
A atuação técnica de Thiago Bianchi na Bahia e no Tocantins.
Um escritório que une a defesa de políticos e gestores na Justiça Eleitoral à assessoria de Prefeituras e Câmaras Municipais.
Thiago Santos Bianchi atua há 15 anos na advocacia, com inscrição na OAB/BA sob o número 29.911. Sua atuação reúne o Direito Eleitoral, que defende políticos, candidatos, partidos e gestores perante a Justiça Eleitoral, e o Direito Público, com assessoria jurídica a Prefeituras e Câmaras Municipais.
Com especialização em Direito Tributário e pós-graduação em Direito Eleitoral pelo IDP, mantém a base do escritório em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, e atua em todo o interior da Bahia e no Tocantins. O atendimento também é feito online, por WhatsApp, para todo o Brasil.
A proposta é direta: explicar cada situação com clareza e ser honesto sobre as chances, para que você decida com informação.
OAB/BA 29.911 · Direito Eleitoral e Direito Público
Dr. Thiago Bianchi
As situações mais comuns têm atendimento próprio. Se o seu caso for outro, o escritório atende toda a área eleitoral: conte a situação no WhatsApp.

A atuação completa em Direito Eleitoral para políticos, candidatos, partidos e gestores, no contencioso e no consultivo.
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Defesa e ajuizamento em ações que discutem a perda do mandato eletivo perante a Justiça Eleitoral.
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Análise da inelegibilidade e defesa em casos ligados à Lei da Ficha Limpa.
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Ajuizamento e defesa de representações eleitorais perante o TRE e o TSE.
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Assessoria na prestação de contas de campanha e defesa quando as contas são rejeitadas ou não prestadas.
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Pedido de registro e defesa quando a candidatura é indeferida perante a Justiça Eleitoral.
Saiba maisUma atuação que une a defesa eleitoral de gestores à assessoria jurídica do município que eles administram.
Atuação em Direito Público para gestores, entes públicos e empresas que lidam com a administração pública: processo legislativo, pareceres jurídicos e acompanhamento junto ao poder público.
O escritório atende toda a área de direito público. Se a sua demanda for outra, conte a situação no WhatsApp.
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Aqui você fala direto com quem cuida do seu caso, do primeiro contato à atuação.
Um caminho simples, pensado para quem chega com prazo curto e precisa de respostas claras.
Conte o caso e envie os documentos pelo WhatsApp, no seu tempo.
Thiago verifica prazos, documentos e o enquadramento jurídico do caso.
Você recebe, com clareza, os caminhos possíveis e as chances reais.
Definido o caminho, o escritório atua na Justiça Eleitoral ou junto ao poder público.
Respostas diretas sobre mandato, elegibilidade, contas de campanha e assessoria pública. Sem promessa de resultado, com honestidade sobre as chances.
Explico o seu caso em linguagem clara. Envie a situação e os documentos pelo WhatsApp.
Falar no WhatsApp →Depende do tipo de decisão e da fase do processo. Em muitos casos há recursos possíveis na Justiça Eleitoral, mas o prazo costuma ser curto. O primeiro passo é analisar a decisão e os prazos o quanto antes. Envie os documentos pelo WhatsApp para uma avaliação do seu caso.
A inelegibilidade tem causas e prazos definidos em lei, sobretudo na Lei da Ficha Limpa. O caminho começa por entender o enquadramento exato da sua situação e verificar se há defesa ou regularização cabível. Cada caso é analisado de forma individual, com honestidade sobre as chances.
A rejeição de contas pode gerar consequências na esfera eleitoral, incluindo reflexos na elegibilidade. O impacto depende dos motivos da rejeição e da decisão do órgão eleitoral. É possível apresentar defesa e recorrer dentro dos prazos. Traga a decisão e os documentos para avaliarmos o caminho.
Contas não prestadas podem levar à rejeição e a reflexos na elegibilidade. Há caminhos para regularizar e apresentar as contas, sempre observando os prazos da Justiça Eleitoral. Quanto antes a situação for tratada, mais opções costumam existir. Podemos analisar o seu caso pelo WhatsApp.
Em muitos casos é possível recorrer do indeferimento do registro, dentro dos prazos da Justiça Eleitoral. O primeiro passo é entender o fundamento do indeferimento e reunir os documentos necessários para a defesa do registro. O prazo eleitoral costuma ser curto, então agir logo faz diferença.
A representação eleitoral é uma ação usada para apurar condutas no processo eleitoral, como propaganda irregular ou abuso de poder. Se você foi alvo de uma representação, cabe defesa técnica dentro do prazo; se precisa ajuizar uma, é possível levar o caso ao TRE ou ao TSE. Avaliamos os dois lados conforme a sua situação.
A Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 64/90, alterada pela LC 135/2010) prevê, em várias hipóteses, prazo de inelegibilidade de até oito anos, com contagem que varia conforme a causa. Como as regras têm particularidades, o prazo aplicável ao seu caso precisa ser analisado a partir da decisão específica.
Sim. Além do Direito Eleitoral, o escritório atua em Direito Público com assessoria jurídica ao Executivo e ao Legislativo municipal: processo legislativo, pareceres jurídicos e acompanhamento junto à administração pública. É uma frente pensada para o dia a dia da gestão municipal.
Sim. A base fica em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, com atuação em todo o interior da Bahia e no Tocantins, incluindo cidades como Salvador, Feira de Santana, Palmas, Araguaína e Gurupi. Grande parte do atendimento é feita online, o que aproxima quem está em outra cidade.
Pode. O atendimento é presencial em Camaçari, com hora marcada, e também online, por WhatsApp, para todo o Brasil. Você relata a situação, envia os documentos e recebe a análise sem precisar se deslocar, o que ajuda quando o prazo é curto.
O Direito Eleitoral cuida das regras que organizam candidaturas, campanhas, votação e mandatos. Ele se apoia em três textos centrais: o Código Eleitoral (Lei 4.737/65), a Lei das Eleições (Lei 9.504/97) e a Lei das Inelegibilidades (Lei Complementar 64/90), somados às resoluções que o Tribunal Superior Eleitoral edita a cada ciclo. Na prática, a atuação vai do consultivo, que orienta candidatos, partidos e gestores antes de um problema surgir, ao contencioso, que reúne as ações e defesas perante a Justiça Eleitoral. Cada fase tem um relógio próprio: o que se resolve com calma na consulta pode virar urgência quando já há um processo em curso. Entender a que fase o caso pertence é o primeiro passo para saber qual providência cabe e em que prazo.
Boa parte dos prazos eleitorais é curta e contínua, o que significa que corre inclusive em fins de semana e feriados. A impugnação de um registro de candidatura, por exemplo, tem prazo de cinco dias a contar da publicação do pedido, conforme o artigo 3º da Lei Complementar 64/90; o recurso contra a expedição do diploma se conta em três dias, na forma do artigo 262 do Código Eleitoral; a ação de impugnação de mandato eletivo tem quinze dias após a diplomação, pelo artigo 14, parágrafo 10, da Constituição. Perder uma dessas janelas costuma fechar caminhos que seriam possíveis se a situação tivesse chegado ao advogado no início. Diante de qualquer notificação da Justiça Eleitoral, o mais prudente é buscar orientação sem esperar, ainda que para confirmar que nada precisa ser feito.
No consultivo, o trabalho é preventivo: conferir filiação partidária, examinar causas de inelegibilidade, organizar a documentação do registro e planejar a arrecadação e os gastos da campanha dentro das regras. É a etapa que evita problemas antes que eles se formem. No contencioso, a atuação já responde a um litígio: uma representação recebida, um registro impugnado, uma ação que discute o mandato. As duas frentes se comunicam, porque uma decisão consultiva bem tomada reduz o número de flancos abertos no contencioso. Quem procura orientação apenas quando o processo já existe perde a chance de resolver na etapa mais barata e menos arriscada.
Como advogado eleitoral em Camaçari, o escritório atende candidatos, políticos e gestores da Região Metropolitana de Salvador e do interior da Bahia, além de cidades do Tocantins como Palmas, Araguaína e Gurupi. A Justiça Eleitoral na Bahia se organiza em torno do Tribunal Regional Eleitoral do Estado, sediado em Salvador, e das zonas eleitorais distribuídas pelos municípios. Grande parte da análise inicial acontece de forma online, com envio de documentos por mensagem, o que aproxima quem está longe da base física e enfrenta um prazo curto. O atendimento é informativo e honesto sobre as chances, sem qualquer promessa de resultado.
Quem exerce um mandato também administra. Um prefeito responde à Justiça Eleitoral pelas regras da eleição e da campanha, mas responde igualmente pelas normas de Direito Público que governam a Prefeitura no dia a dia. Um vereador vota leis e fiscaliza o Executivo, atividade típica de Direito Público, ao mesmo tempo em que continua sujeito às regras eleitorais enquanto durar o mandato. Essa sobreposição explica por que muitos casos começam em uma área e desaguam na outra: uma contratação questionada pode gerar reflexo eleitoral, e uma conduta de campanha pode repercutir na gestão. Analisar as duas em conjunto costuma evitar surpresas.
A Lei das Eleições, no artigo 73 da Lei 9.504/97, lista as chamadas condutas vedadas: práticas proibidas aos agentes públicos em período eleitoral porque desequilibram a disputa. Estão ali o uso de bens e serviços públicos em benefício de candidatura, a nomeação ou demissão com finalidade eleitoral e a distribuição gratuita de bens fora das exceções previstas em lei. O ponto sensível é que a mesma pessoa acumula os papéis de gestor e de candidato ou apoiador, e uma decisão administrativa comum em outro momento pode ganhar leitura eleitoral no ano da eleição. Por isso o planejamento do ano eleitoral costuma passar por uma revisão dos atos de gestão que têm maior exposição.
Um gestor que também disputa eleição presta contas em dois lugares diferentes. As contas de campanha vão à Justiça Eleitoral, conforme a Lei 9.504/97, e a sua rejeição pode repercutir na elegibilidade. As contas de gestão vão ao tribunal de contas competente, que na Bahia é o Tribunal de Contas dos Municípios, e a rejeição por irregularidade insanável, em decisão irrecorrível, é uma das causas de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa. São planos distintos, com regras próprias, mas que conversam no ponto mais sensível para quem pretende continuar na vida pública. Manter os dois em ordem é um cuidado que se planeja com antecedência, não algo que se resolve na véspera.
Situações de fronteira pedem que a análise eleitoral e a de Direito Público caminhem juntas: um convênio firmado no primeiro semestre do ano eleitoral, um programa social lançado às vésperas da campanha, a prestação de contas anual que pode repercutir num futuro registro de candidatura. Tratar cada tema isoladamente costuma deixar pontas soltas. O acompanhamento preventivo, que orienta antes de a decisão ser tomada, tende a reduzir o risco de um ato administrativo virar objeto de discussão na Justiça Eleitoral. É um trabalho técnico e informativo, que descreve riscos com honestidade e não promete afastar todos eles.
A Justiça Eleitoral tem uma organização própria. Na base ficam os juízes eleitorais, que atuam nas zonas eleitorais espalhadas pelos municípios e cuidam do primeiro contato do cidadão com a Justiça Eleitoral. Acima deles está o Tribunal Regional Eleitoral, um por Estado; na Bahia, o TRE-BA, com sede em Salvador. No topo fica o Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, que uniformiza a interpretação das regras e edita as resoluções de cada ciclo eleitoral. Entender essa hierarquia ajuda a saber onde começa um processo e até onde ele pode subir por meio de recursos, além de esclarecer por que um mesmo tema pode ter tratamento diferente antes de o TSE firmar entendimento.
Como referência geográfica, os municípios da Região Metropolitana de Salvador, entre eles Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d'Ávila e Simões Filho, integram a estrutura de zonas eleitorais vinculadas ao TRE-BA. O escritório tem base no Centro de Camaçari e acompanha casos na Bahia e no Tocantins. A definição exata da competência depende do tipo de ação e das circunstâncias de cada caso, algo que se examina na análise individual, e não por regra geral aplicada sem contexto. Essa leitura caso a caso evita conclusões apressadas sobre onde e como a demanda deve ser proposta, o que faz diferença quando o prazo é curto.
O Ministério Público Eleitoral atua ao lado dos partidos, coligações e candidatos como um dos legitimados a propor as principais ações, do registro à impugnação de mandato. Em muitos processos ele funciona como fiscal da lei, opinando mesmo quando não é autor. Para quem responde a uma ação, conhecer esse papel ajuda a entender a dinâmica do processo e a preparar a manifestação no momento certo. A atuação em direito eleitoral e direito público a partir de Camaçari considera essa presença desde o início, porque a posição do Ministério Público costuma influenciar o rumo da discussão.
Uma marca do processo eleitoral é a velocidade. As decisões de primeiro grau podem ser levadas ao TRE-BA e, conforme a matéria, ao TSE, mas quase sempre com prazos curtos e contínuos. Em período de campanha e logo após a diplomação, esse ritmo se intensifica, porque a Justiça Eleitoral busca resolver as questões antes que elas comprometam o calendário do pleito. Por isso a leitura rápida da decisão e dos prazos é decisiva, para preservar as opções de recurso enquanto elas existem. Um recurso sem fundamento apenas consome tempo; o trabalho técnico é identificar se há base real para subir de instância.
O escritório fica no Centro de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. O atendimento é presencial com hora marcada e também online, por WhatsApp, para candidatos e gestores de todo o Brasil.
Se o prazo é curto ou você tem uma dúvida sobre direito eleitoral ou direito público, o primeiro passo é uma conversa clara. Atendimento em Camaçari, na Bahia, no Tocantins e online para todo o Brasil.
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